Fonoaudióloga, mulher, autônoma em 64% dos casos, entre 3 e 10 mil de renda mensal em 56%, Sudeste e Sul em 75%. Metade trabalha com Linguagem e quer entrar ou se firmar em PAC; só 11% é audiologista pura. Atende de crianças a partir de 7 anos até idosos, e parte atende usuárias de aparelho auditivo. Nem todas têm cabina ou audiômetro. Diz que está “bem, mas poderia estar melhor” em 54% das respostas; poucas estão frustradas, só 7%.
Segue a Mayra no Instagram, é chamada de “fono” e de “Diamond”, compra por Pix ou em 12x no cartão e decide sozinha. Consome reels de colegas, entra em grupo de WhatsApp e esquece em uma semana. Quer ser “referência”, “realizada”, “com a agenda cheia e lista de espera”.
Quem não é: estudante sem prática clínica, 10% da base; quem nunca atendeu PAC e ainda decide se vai atuar; quem busca aprender avaliação, que a Mayra manda pra outro produto; quem atende autismo de nível 2 e 3 ou déficit intelectual, contraindicação da própria Mayra.